





A GNR apreendeu-lhe seis armas ilegais. A População não ficou surpreendida.
Um padre foi, ontem, domingo, detido pela GNR depois de ter rezado missa na aldeia de Covas (Boticas) por ter seis armas (três pistolas e três caçadeiras) ilegais. Na operação, a GNR deteve mais três indivíduos, e um total de 18 armas.
Ontem, os fiéis das aldeias Cerdedo, Vilar e Viveiro não tiveram direito a missa. Depois de rezar a primeira eucaristia na aldeia de Covas, às 7 horas, o pároco local foi detido pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR de Chaves, na sequência de uma investigação que decorria há meses, por posse ilegal de armas.
O pároco, Fernando Guerra, foi surpreendido pela GNR na sacristia, quando tirava os paramentos, para seguir para outra paróquia. Depois de identificar e deter o padre, os militares da GNR, que já tinham cercada a igreja e a casa do suspeito, procederam à busca domiciliária para a qual estavam mandatados judicialmente." O pároco foi sempre bastante colaborante", informou o comandante da GNR de Chaves, Filipe Soares. Inicialmente, terá dito que tinha uma arma, mas que estava legalizada. À medida que os militares foram descobrindo outras, terá usado vários argumentos: que as herdara, nalguns casos, e que desconhecia a sua existência, noutros. No final da busca, a GNR terá encontrado três pistolas, três caçadeiras e milhares de munições e ainda uma soqueira. Uma das pistolas estaria no meio de livros.
Além da casa do padre, foram ainda alvo de buscas mais três residências, na aldeia vizinha de Campos, e detidos mais três homens. No total, nessas três habitações foram apreendidas mais sete caçadeiras e três pistolas. Os suspeitos vão ser presentes hoje a tribunal para primeiro interrogatório judicial. O pároco pernoitou na GNR de Boticas.
Na aldeia de Covas, a população ficou apenas surpreendida com o aparato policial. "Era só carros a entrar e sair", disse, ao JN, uma moradora. "Admirados? Olhe que por rezar quatro missas não foi que lhe aconteceu isto", ironizou outro morador. Um paroquiano mais jovem lamentava não ter assistido ao "espectáculo". "Quando vou à missa, vou sempre forçado, e hoje fiquei a dormir. Que azar!".
Embora ninguém fale abertamente do assunto, em Covas, a população conhece bem a ligação do padre às armas. "Volta e meia ouvem-se tiros por trás da sua casa. É ele a experimentá-las", revelou um morador.
O comandante da GNR de Chaves afirmou, ao JN, que desde o início do ano, no Alto Tâmega, já foram apreendidas mais de uma centena de armas ilegais. "Acho que é uma questão cultural", comenta.
"Muito amigo do dinheiro"
Natural de Gralhas, pequena localidade do concelho de Montalegre, Fernando Guerra, de 74 anos, completou este ano os 50 de sacerdócio. Há várias décadas que exerce no concelho de Boticas. Quem o conhece, critica-lhe o facto de ser "muito amigo do dinheiro". Em Covas, onde reside, é acusado de, na Páscoa, só benzer as casas de quem lhe dá "ofertas". Porém, apesar das críticas, um jovem padre, que preferiu manter o anonimato, realçou, ao JN, que ele gosta de ajudar os sacerdotes mais novos.
Acusado de agredir sacristão
Há vários anos, foi acusado de ter ferido violentamente o sacristão de Covas por causa de uma discussão relacionada com a hora de um funeral. O sacristão chegou a fazer queixa, mas acabou por retirá-la.
Disputa contra população
Após várias zangas com os populares, o pároco Fernando Guerra deixou de rezar missa e fazer funerais em Couto de Dornelas. Há vários anos, pároco e Junta de Freguesia disputam, no tribunal, a propriedade da chamada casa do santo, habitação de suporte à festa tradicional de S. Sebastião.
Alvejado a tiro
Em finais de Julho de 2007, o pároco Fernando Guerra alegou ter sido vítima de uma tentativa de homicídio, quando seguia de carro a caminho de uma paróquia. Foi atingido numa mão por dois tiros de caçadeira.
Funerais para quem paga
Fernando Guerra é também acusado de recusar fazer funerais aos que anualmente não lhe pagam os seus serviços, dívidas que aponta num caderno. Ou de, quando os faz, acrescentar ao preço das cerimónias fúnebres o valor dos anos em dívida.
Após recurso, o guardião polaco conseguiu uma redução da pena, mas foi obrigado a usar a pulseira para ter os seus movimentos controlados, inclusive durante os jogos da Liga dinamarquesa. O internacional polaco foi ainda obrigado a seguir um tratamento para ajudar a controlar o temperamento.
Neste domingo, apesar do aparelho que condiciona os movimentos, Arek Onyszko foi titular na baliza do F.C. Midtjylland e ajudou a sua equipa a garantir uma igualdade no terreno do Brondby (1-1).
O prémio IgNobel é uma Paródia ao prestigiado prémio Nobel (cuja entrega ocorre anualmente, a investigadores e profissionais que se destacaram em determinadas áreas).
O IgNobel elege os estudos/pesquisas mais insólitos. O evento é patrocinado pela revista de humor da Universidade de Harvard, a "Annals of Improbable Research" (Anais da Pesquisa Improvável), e co-patrocinada pela Harvard-Radcliffe Science Fiction Association, Harvard-Radcliffe Society of Physics Students e a Harvard Computer Society.
Vencedores do IgNobel de 2009:
igNobel de Saúde Pública foi para a equipa de Elena Bodnar, de Hinsdale, Illinois, que desenhou e patenteou um sutiã que pode ser convertido rapidamente em duas máscaras de gás: uma para a utilizadora do sutiã e outra para alguém próximo que estiver em apuros.
igNobel da Literatura: A polícia da Irlanda venceu o prémio de literatura por emitir mais de 50 multas de trânsito a um visitante assíduo –e apressadinho- chamado Prawo Jazdy. Em polaco, o “nome” significa “carta de condução”.
igNobel da Paz: O patologista Stephan Bolliger e a sua equipa da Universidade de Berna, na Suíça, ganharam com um estudo que fizeram para determinar se uma garrafa de cerveja vazia causa mais ou menos danos ao crânio humano do que uma cheia numa briga de bar. “Ambas são suficientes para partir o crânio. Contudo, os vazios são mais resistentes”, disse Bolliger, por e-mail. Isso ocorre porque a pressão da cerveja faz com que a garrafa cheia exploda rapidamente.
igNobel da Matemática: Gideon Gono, director do Banco de Reserva do Zimbabué, país que luta para combater a hiperinflação, ganhou um prémio “por permitir que as pessoas lidem de maneira simples e quotidiana com uma vasta gama de números”. Isso porque o seu banco imprime notas com valores que variam de um centavo a 100 triliões de dólares do Zimbábue (qualquer coisa como 30€).
igNobel da Economia: O prémio de economia foi atribuido a gestores dos bancos Kaupthing, Landsbanki, Glitnir Bank e Banco Central da Islândia, “por demonstrarem que os bancos pequenos podem ser rapidamente transformados em grandes bancos, e vice-versa”.
igNobel da Medicina: Donald L. Unger, de Thousand Oaks, California, (EUA) foi homenageado por uma experiência feita ao longo da sua vida. Durante 60 anos, ele estalou os nós dos dedos da mão esquerda, mas nunca as da direita, para provar que o hábito não causa artrite.
igNobel de Medicina Veterinária: Catherine Douglas e Peter Rowlinson, cientistas da Universidade de Newcastle provaram que dar nomes às vacas faz com que elas dêem mais leite.
igNobel da Física: Katherine K. Whitcome da Universidade de Cincinnati (EUA), Daniel E. Lieberman da Universidade de Harvard (EUA), e Liza J. Shapiro da Universidade do Texas (EUA), que estudaram porque é que as mulheres grávidas não caiem (por causa da barriga).

O Guarda-redes brasileiro Rafael foi um dos heróis do Verona na vitória por 2-0 sobre o Ternana (Serie C do Campeonato Italiano).
O Líder do Campeonato Sueco e finalista da Taça da Suécia, o IFK Gotemburgo não sofreu golos em metade das 28 partidas que disputou esta temporada. A explicação pode estar no Guarda-redes dinamarquês Kim Christensen. Não por defesas milagrosas, mas por um truque que foi descoberto no empate a zero, fora de casa com o Örebro, na passada quarta-feira. Antes do apito inicial, Christensen diminuiu a largura da baliza chutando e empurrando com os pés a base dos postes para o lado de dentro. Ele diminuiu em 10 cms a largura de cada lado na base da baliza!
Dois alunos da universidade de Cornell, nos Estados Unidos, desenvolveram uma máquina que detecta e analisa flatulências.Segundo eles, a máquina pode ser usada em hospitais e consultórios veterinários.
A ideia surgiu a partir do Alcoolímetro - usado para medir o teor alcoólico.
Na construção eles usaram um monitor sensível ao sulfato de hidrogénio, um termómetro e um microfone, todos ligados a um software que classifica a emissão.
A classificação da flatulência, numa escala de zero a dez, é baseada em três pilares:
- Cheiro
- Temperatura
- Som
Mais palavras para quê...