segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Maioria dos Manifestantes recusou vir a Lisboa uma vez que o material comprado para a segurança na cimeira da NATO não chegaria a tempo dos "combates"

A cimeira da NATO terminou no sábado e hoje ainda não chegou a maioria do material comprado pela PSP, com carácter de urgência, para garantir a segurança no evento.

Só “o material de ordem pública e de segurança electrónica” foi entregue, disse ao “Diário de Notícias” Paulo Flor, porta-voz oficial da PSP.

Mas não chegou a tempo o material orçado em 4,5 milhões de euros, do total de cinco milhões de euros da despesa prevista. Nomeadamente blindados, 45 viaturas antimotim, viaturas destinadas a transporte de detidos, um canhão de água, uma viatura pesada e seis ligeiras para remoção de obstáculos, pormenoriza o jornal.

Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP), disse que "se [o material] chegou, não foi utilizado, nem os polícias que estiveram na operação da cimeira se aperceberam de que tenha chegado”, citou o DN.

O PCP, na voz do deputado António Filipe, defende que a compra “deve ser anulada” porque “não é certamente uma prioridade para a PSP”. Além disso, "trata-se de material puramente repressivo a ser utilizado essencialmente pela Unidade Especial de Polícia, quando há esquadras a cair e carros-patrulha parados por falta de manutenção”, acrescentou.

Mas há mais partidos da oposição descontentes. O Governo "não acautelou a tempo os meios necessários, não verificou se existiam esses meios noutras forças de segurança e, como resultado, acabou por expor irresponsavelmente uma força de segurança", disse o deputado social-democrata Fernando Negrão, criticando ainda a "forma atabalhoada e inábil" como Governo conduziu este processo.

Também Nuno Magalhães, do CDS-PP, considera que “nada desta trapalhada teria acontecido se fosse feito um planeamento consistente e sério do investimento nas forças de segurança, através do qual estas necessidades já poderiam ter sido colmatadas”.

sábado, 20 de novembro de 2010

Austeridade: Governo de José Sócrates dá exemplo e começa a poupar nos discursos

Ministro repete discurso do secretário de Estado

António Mendonça e o secretário de Estado-adjunto, Paulo Campos, repetiram na quinta-feira o mesmo no Congresso das Comunicações

O que é que António Mendonça e Paulo Campos têm em comum? Um discurso. Quem tenha estado presente no Congresso das Comunicações, organizado pela APDC, na quinta-feira, terá sentido uma espécie de déjà vu quando o ministro das Obras Públicas, António Mendonça, começou a falar. É que os discursos de ministro e secretário de Estado eram praticamente iguais.

Conta o jornal «Expresso» que das mais de 23 páginas do discurso do secretário de Estado, Paulo Campos de manhã, 18 foram repetidas pelo ministro, António Mendonça à tarde. Frases inteiras decalcadas ipsis verbis pelo ministro.

O ministério explicou-se. Em declarações ao «Expresso» fonte oficial disse que a semelhança dos discursos se deve ao facto da política do Governo ser a mesma.

«Há partes comuns do discurso em relação aos resultados obtidos, à caracterização da agenda digital e aos objectivos para o futuro. São esses os números reais e é essa a mensagem do Governo».

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Restaurante Calça Perra - Grande Noite de Fados (19 Nov)

Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010 às 19:30
Restaurante Bar CALÇA PERRA, Tomar, Portugal