quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Instalação de pórticos na A23 deverá começar no início de 2011

A Scutvias, concessionária da SCUT Beira Interior adiantou à agência Lusa que a instalação dos pórticos para cobrança de portagens na A23 deverá arrancar no início de 2011.

O Governo anunciou que a cobrança de portagens nas SCUT Interior Norte, Beiras Litoral e Alta, Beira Interior e Algarve terá início até 15 de Abril de 2011, mas o ministro das Obras Públicas já disse que se houver condições para que a cobrança comece antes desta data, o Governo trabalhará nesse sentido.

Contactadas pela Lusa, as concessionárias das quatro SCUT afirmaram, por escrito, que ainda não começaram a instalar os pórticos que permitirão a cobrança de portagens.

Contudo, a Scutvias, concessionária da SCUT Beira Interior, refereiu que para que o prazo de 15 de Abril seja cumprido, «a instalação física dos pórticos se iniciará no começo do próximo ano».

A concessionária acrescentou que do quilómetro zero da A23 (confluência com a A1) ao quilómetro 37 (Nó Oeste de Abrantes) «serão instalados três conjuntos de pórticos».

Estes pórticos serão localizados nos sublanços Zibreira/Torres Novas, Entroncamento/Atalaia, Constância Centro/Montalvo -- Abrantes.

Entre o quilómetro 37 e o quilómetro 217 da A23 (confluência com a A25 após a Cidade da Guarda) serão instalados 13 conjuntos de pórticos, acrescentou a concessionária.

Estes pórticos serão instalados nos sublanços Abrantes Este/Mouriscas, Mouriscas/Mação, Gavião/Envendos, Fratel/Perdigão, Alvaiade/Sarnadas --Retaxo, Sarnadas -- Retaxo/Castelo Branco Sul, Castelo Branco Norte/Alcains, Alcains/Lardosa, Castelo Novo/Fundão, Alcaria/Covilhã Sul, Covilhã Norte/Belmonte Sul, Belmonte Norte/Benespera, Benespera/Guarda.

Recorde-se que a cobrança de portagens nas antigas SCUT Norte Litoral, Grande Porto e Costa da Prata teve início a 15 de Outubro deste ano.

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1714744


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

IKEA Help!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Maioria dos Manifestantes recusou vir a Lisboa uma vez que o material comprado para a segurança na cimeira da NATO não chegaria a tempo dos "combates"

A cimeira da NATO terminou no sábado e hoje ainda não chegou a maioria do material comprado pela PSP, com carácter de urgência, para garantir a segurança no evento.

Só “o material de ordem pública e de segurança electrónica” foi entregue, disse ao “Diário de Notícias” Paulo Flor, porta-voz oficial da PSP.

Mas não chegou a tempo o material orçado em 4,5 milhões de euros, do total de cinco milhões de euros da despesa prevista. Nomeadamente blindados, 45 viaturas antimotim, viaturas destinadas a transporte de detidos, um canhão de água, uma viatura pesada e seis ligeiras para remoção de obstáculos, pormenoriza o jornal.

Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP), disse que "se [o material] chegou, não foi utilizado, nem os polícias que estiveram na operação da cimeira se aperceberam de que tenha chegado”, citou o DN.

O PCP, na voz do deputado António Filipe, defende que a compra “deve ser anulada” porque “não é certamente uma prioridade para a PSP”. Além disso, "trata-se de material puramente repressivo a ser utilizado essencialmente pela Unidade Especial de Polícia, quando há esquadras a cair e carros-patrulha parados por falta de manutenção”, acrescentou.

Mas há mais partidos da oposição descontentes. O Governo "não acautelou a tempo os meios necessários, não verificou se existiam esses meios noutras forças de segurança e, como resultado, acabou por expor irresponsavelmente uma força de segurança", disse o deputado social-democrata Fernando Negrão, criticando ainda a "forma atabalhoada e inábil" como Governo conduziu este processo.

Também Nuno Magalhães, do CDS-PP, considera que “nada desta trapalhada teria acontecido se fosse feito um planeamento consistente e sério do investimento nas forças de segurança, através do qual estas necessidades já poderiam ter sido colmatadas”.

sábado, 20 de novembro de 2010

Austeridade: Governo de José Sócrates dá exemplo e começa a poupar nos discursos

Ministro repete discurso do secretário de Estado

António Mendonça e o secretário de Estado-adjunto, Paulo Campos, repetiram na quinta-feira o mesmo no Congresso das Comunicações

O que é que António Mendonça e Paulo Campos têm em comum? Um discurso. Quem tenha estado presente no Congresso das Comunicações, organizado pela APDC, na quinta-feira, terá sentido uma espécie de déjà vu quando o ministro das Obras Públicas, António Mendonça, começou a falar. É que os discursos de ministro e secretário de Estado eram praticamente iguais.

Conta o jornal «Expresso» que das mais de 23 páginas do discurso do secretário de Estado, Paulo Campos de manhã, 18 foram repetidas pelo ministro, António Mendonça à tarde. Frases inteiras decalcadas ipsis verbis pelo ministro.

O ministério explicou-se. Em declarações ao «Expresso» fonte oficial disse que a semelhança dos discursos se deve ao facto da política do Governo ser a mesma.

«Há partes comuns do discurso em relação aos resultados obtidos, à caracterização da agenda digital e aos objectivos para o futuro. São esses os números reais e é essa a mensagem do Governo».

quinta-feira, 18 de novembro de 2010