Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de Paraskavedekatriaphobia ou parascavedecatriafobia, ou ainda frigatriscaidecafobia.
Na cultura ocidental, toda a gente sabe que o 13 é um número "mau".Na Última Ceia, Judas era a décima terceira pessoa à mesa - dá azar ter 13 pessoas à mesa, desde então. Não contente com isso, ainda por cima, às tantas Judas entorna o sal - mau, muito mau. Na cultura Viking, Loki, o Deus responsável por tudo que era mau, era o 13º Deus, o que mais tarde foi adaptado pelo cristianismo, ao apelidarmos Satanás de 13º anjo.A Triscaidecafobia não é propriamente uma doença, mais frequentemente é visto como uma superstição muito enraizada.
Jesualdo: «Porto merecia ganhar» TÉCNICO DESTACA EMPENHO DOS JOGADORES
Jesualdo Ferreira, apesar de demonstrar resignação com o empate diante do Benfica, considerou que o triunfo da equipa portista seria o resultado mais justo pelo que aconteceu ao longo do clássico com os encarnados. 'Fizemos uma excelente primeira parte. Criámos quatro ocasiões claras, mas, como tem sido uma tradição, não estivemos bem nas finalizações. O Benfica, que sabíamos ser forte na bola parada, fez um golo em cima 45 minutos. Após o intervalo, o Porto esteve sempre em cima, mas, à medida que o jogo avança e especialmente num clássico deste tipo, perde-se serenidade e alguns processos de jogo. De qualquer modo, o Porto merecia ganhar o jogo, pois foi a equipa mais pressionante, aquela que procurou mais vezes e com mais intensidade o golo. Não conseguimos vencer e acaba por ser o resultado possível, contra uma equipa que, como nós, é candidata ao título. Pela forma com que se bateram, não tenho nada a dizer dos jogadores', avaliou o treinador do FC Porto, que não quis comentar a arbitragem de Pedro Proença, nomeadamente o lance que resultou no golo de empate dos dragões.
É uma efeméride da mais significativa relevância, à escala planetária, esta que, por decisão da ONU, se assinala a 2 de Fevereiro e reveste-se de um sentido muito próprio e altamente marcante.
A comemoração do «Dia Mundial das Zonas Húmidas», pela objectividade que a impulsiona, de modo próprio a sensibilização para a preservação destes espaços fundamentais para a vida na Terra. Em Portugal existem zonas húmidas de assinalada importância, muito ricas em biodiversidade.
O respeito pelas mesmas, de acordo com as exigências vitais e fundamentais da própria sobrevivência, sensibilizam-nos, para ao longo de todo o ano assumirmos a função de interventores activos, no sentido positivo, ético e de cidadania, para guardiões desta riqueza única, que a todos nos pertence e urge legar às gerações vindouras, em melhores condições do que as recebemos.
Convenção de Ramsar
A Convenção sobre Zonas Húmidas constitui um tratado inter-governamental adoptado a 2 de Fevereiro de 1971, na cidade iraniana de Ramsar, relativo à conservação e ao uso racional das Zonas Húmidas.
O Governo Português assinou e ratificou esta convenção em 1980 (Dec. Lei n.º 101/80, de 9 de Outubro).
Novos Sítios ‘Ramsar’ – um pacote diversificado
Portugal designou cinco novas Zonas Húmidas de Importância Internacional:
- Lagoas de Bertiandos e S. Pedro de Arcos (346 ha, 41°45'N 008°39'W);
- Planalto superior da S. da Estrela e troço superior do rio Zêzere (5 075 ha, 40°21'N 007°37'W);
- Fajãs da Lagoa de Sto. Cristo e dos Cubres (87 ha, 38º38'N 027º57'W);
- ‘Polje’ de Mira-Minde e nascentes associadas (662 ha, 39°29'N 008°38'W);
- Estuário do Mondego (1.581 ha, 40º08'N 008º50'W).
Portugal possui agora 17 Sítios ‘Ramsar’, com uma superfície total de 73.784 hectares, e a Convenção de ‘Ramsar’ tem 1.601 sítios, cobrindo 134.701.820 hectares.