quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Deus Ri Alegria - Humor e riso na vida espiritual (James Martin)


 

Sinopse:
Deus quer fazer-nos sentir alegria, cultivar o humor do sagrado e aprender a rir dos absurdos da vida, para não falar da nossa própria humanidade. O padre jesuíta James Martin convida crentes e não crentes a redescobrir a importância do humor e do riso na vida quotidiana, e a aderir a uma verdade essencial: o humor conduz à alegria.
Apresentando-nos inúmeros exemplos de humor saudável e leveza intencional nas histórias dos grandes heróis e heroínas da Bíblia, bem como nas vidas dos santos e grandes mestres espirituais, permite-nos conhecer a alegria e boa disposição de muitos deles. O autor mostra-nos além disso como as parábolas contêm excelente material de comédia, e como os Evangelhos nos revelam Jesus como um homem manifestamente alegre e até brincalhão. Para o Padre Martin, pensar um Jesus sem sentido de humor pode estar próximo da heresia.
Com base nas Escrituras e em histórias reais, o autor revela-nos como a alegria, o humor e o riso nos ajudam a viver vidas mais espirituais, a compreendermo-nos melhor a nós mesmos e aos outros, e a apreciar de forma mais profunda a presença de Deus. Vários conselhos ajudam-nos a utilizar o humor para mostrar a nossa fé, a viver a nossa humanidade, a dar perspectiva às coisas, a abrir os nossos horizontes, a dizer a verdade, a demonstrar coragem, a desafiar os poderes estabelecidos, a promover efectivamente melhores relações humanas, ou a aprofundar a nossa relação com Deus - e a gostarmos de nós mesmos. Se O convidarmos a aligeirar-nos o coração, gozaremos um pouco de Céu sobre a Terra. 
 
Deus Ri de James Martin 
 
in: http://www.bertrand.pt/ficha/deus-ri?id=13029044 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Feliz Natal - The Victoria's Secret Angels

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Concerto de Natal na Igreja Matriz de Atalaia (22 Dez - 21:00)






















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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Todos com o Feijão… o Feijão com todos em Tomar

Tomar recebe até 30 de Novembro, a iniciativa “Todos com o feijão…o feijão com todos”. Uma mostra gastronómica dedicada ao feijão em todas as suas variedades.
A iniciativa tem lugar nos restaurantes aderentes, onde poderá provar as mais variadas iguarias e petiscos, onde o ingrediente feijão nunca pode faltar, desde Salada de Atum com Feijao Frade, Misto de Porco Grelhado com migas de Feijão, polvo na Horta, Naco de Vitela no Forno em Sinfonia de Feijão, ou sobremesas como Tarte de Feijão com Frutos Silvestres.

mais detalhes: http://www.oribatejo.pt/?p=12302

quarta-feira, 25 de julho de 2012

3ª Rota da Broa BTT - Cumeeira - 1 de Julho de 2012

Tipo de Evento:
· Meia-Maratona BTT, +/- 40 km
· Passeio Pedestre, +/- 7km

Valor das inscrições:
BTT - Masculinos: 12 Euros c/ almoço ou 8 Euros s/ almoço
BTT - Femininos: 10 Euros c/almoço ou 6 Euros s/almoço
Passeio Pedestre: 10 Euros c/almoço ou 6 Euros s/almoço
Acompanhantes - 10 Euros c/almoço

Limite de participantes: 300 participantes

sexta-feira, 20 de julho de 2012

“Uma aldeia com todas as condições para se viver”


  • Alguns moradores da aldeia da Charneca da Peralva, freguesia de Paialvo, e também o presidente da junta, Luís Antunes, reuniram-se no passado sábado, no centro da aldeia, junto à capela e, perante a nossa reportagem, foram unânimes em afirmar que esta aldeia, apesar de ser tratada há muitos anos como “uma filha enjeitada” é uma das aldeias melhor localizadas, perto do nó do IC3 e com todas as condições para as pessoas viverem, assim “a câmara permita e facilite a vida às pessoas”, assumem.
Segundo o presidente da junta, a “Mãe Natureza abençoou esta terra com água. Graças à nescente João Pires, entre a Curvaceiras e Charneca, a água abundava e as outras localidades da freguesia vinham aqui buscá-la”. No entanto, como se costuma dizer “em casa de ferreiro, espeto de pau”, a Charneca foi das últimas aldeias a possuir água canalizada, mais precisamente em Agosto de 1976, assim como foi das últimas a ter luz eléctrica. “Dava água a todas as outras e foi a última a tê-la”, dizem os moradores.



segunda-feira, 7 de maio de 2012

IC9 Concluído - Nazaré > Tomar


Está concluída a rede de 110 quilómetros que integra a subconcessão do Litoral Oeste. 
A conclusão do IC9 possibilita a ligação, sem portagem, entre a Nazaré (EN242) e Tomar (IC3) com evidentes ganhos para os utentes pela redução da extensão do percurso em cerca de 34 quilómetros e em cerca de 20 minutos, conjugado com o aumento substancial das condições de conforto e segurança rodoviária.
O IC9, via transversal no litoral oeste do país, beneficia diretamente as acessibilidades entre os concelhos da Nazaré, Alcobaça, Batalha, Porto Mós, Leiria, Ourém e Tomar.
A Subconcessão do Litoral Oeste foi adjudicada em Fevereiro de 2009, à AELO – Autoestradas do Litoral Oeste S.A., em regime de conceção, construção, financiamento, manutenção e exploração, de um conjunto de vários lanços do IC2 e do IC9, num total concessionado de cerca de 111 quilómetros, dos quais cerca de 84 quilómetros correspondentes a estradas a construir de raiz.

in: http://www.oribatejo.pt/2012/05/ic9-concluido-de-tomar-a-nazare-sem-portagem/

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Portugal no seu melhor!



http://www.dn.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=2451026&seccao=Media&page=-1

quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 de Abril Sempre!


Diz NÃO mesmo à igualdade, se ela é apenas um modo de te nivelarem pelo mais baixo e não pelo mais alto que existe também em ti. Porque ser igual na miséria e em toda a espécie de degradação não é ser promovido a homem mas despromovido a animal.

E é do NÃO ao que te limita e degrada que tu hás-de construir o SIM da tua dignidade.

Vergílio Ferreira

quarta-feira, 18 de abril de 2012

XIV Mostra de Produtos Regionais e II Feira do Petisco - Pedrógão Grande





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http://www.cm-pedrogaogrande.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=386%3Axiv-mostra-de-produtos-regionais-e-ii-feira-do-petisco&catid=45%3Anoticias&Itemid=125

quinta-feira, 29 de março de 2012

Festival Gastronómico do Lagostim de Rio - Ferreira do Zêzere

Vai decorrer, entre 29 de Março e 30 de Abril, o Festival Gastronómico do Lagostim de Rio.

Todas as sextas-feiras (só jantares), sábados e domingos, os restaurantes aderentes de Ferreira do Zêzere vão apresentar pratos diversos (Desde entradas, sopas e pratos principais com Lagostim do Rio), aproveitando aquela que é, segundo os especialistas, a melhor altura do ano para os confeccionar.

Considerado uma “praga biológica” por biólogos e pescadores, este lagostim vermelho é cobiçado por muitos no estrangeiro, sendo mesmo classificado como uma iguaria de requinte semelhante ao caviar, em países como a França, Alemanha, EUA e China, mas foi em Ferreira do Zêzere que passou a ter honras de cartaz na gastronomia portuguesa.

Trata-se de uma oportunidade única para provar o melhor Lagostim do Rio do País, proveniente das puras águas do Zêzere, ao mesmo tempo que se está a contribuir para o equilibro do ecossistema fluvial.

Restaurantes Aderentes:

Fonte de Cima (Dornes) 249 366 302;
Grelha do Zêzere (Ferreira do Zêzere) 249 362 300;
Lago Azul (Ferreira do Zêzere) 914 158 364;
Manjar de S. Miguel (Ferreira do Zêzere) 249 362 225;
Pizzaria Toscana (Ferreira do Zêzere) 249 362 315;
Quinta do Adro (Ferreira do Zêzere) 249 366 296 .

in http://www.visittemplarios.com/pt-pt/evento-10045-1332845137

domingo, 25 de março de 2012

quarta-feira, 21 de março de 2012

Vila de Rei - V Festival Gastronómico do Bacalhau e do Azeite

De 24 de Março a 1 de Abril, seis restaurantes confeccionam pratos de bacalhau e azeite.

O V Festival Gastronómico do Bacalhau e do Azeite é o momento para saborear o bacalhau à Vila de Rei e à Cobra.

A iniciativa da Câmara Municipal de Vila de Rei atrai todos os anos milhares de visitantes à localidade do Pinhal Interior Sul.

Na quinta edição do Festival Gastronómico do Bacalhau e do Azeite os restaurantes participantes prometem fazer as delícias dos locais e visitantes com pratos de bacalhau e azeite, os anfitriões deste festival.

O Bacalhau à Vila de Rei e bacalhau à Cobra são iguarias que certamente não faltarão nesta iniciativa. Na gastronomia de Vila de Rei o destaque vai ainda para o bucho recheado, os maranhos, achigã frito e grelhado, entre outros.

Nas sobremesas, as mais comuns são os bolos fintos, arroz doce de Vila de Rei, tigeladas, pudim de Vila de Rei, broas de mel.

Sabores que podem ser degustados de 24 de Março e 1 de Abril, na Albergaria D. Dinis, Churrasqueira Central, O Cantinho do Petisco, O Cobra, todos localizados em Vila de Rei. A estes restaurantes, juntam-se O Eléctrico, em Relva, e Paraíso do Zêzere, na Zaboeira.

http://www.cafeportugal.net/pages/agenda_detalhe.aspx?id=4601

domingo, 11 de março de 2012

Aniversário CCR - 11/03/2012





Programa:
08:30 – Içar da bandeira
11:30 – Romagem ao cemitério
13:00 – Almoço convívio na sede do C.C.R.
15:00 – Torneio do “Jogo do Burro”

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

29 de Fevereiro - Porquê?

Porque a Terra gira sobre si mesma durante apenas 23 horas, 56 minutos e 4 segundos... assim é necessário corrigir a diferença entre o calendário convencional Gregoriano de 365 dias e o tempo que a Terra demora a dar a volta ao Sol.
Por isso de quatro em quatro anos, as seis horas extra de cada ano compõem um dia que é adicionado ao final de Fevereiro. Temos então que nos anos bissextos Fevereiro tem 29 dias em vez dos habituais 28.

Curiosidades:

Se pensa que o ano é bissexto porque tem dois números 6 na quantidade de dias (366), você está errado...

No antigo calendário romano, os dias tinham nomes com base no ciclo lunar e um mês dividia-se em três secções separadas por três dias fixos: Calendas (lua nova), Nonas (quarto-crescente) e Idus (lua cheia). Os dias eram designados por números ordinais contados em ordem retrógrada em relação ao dia fixo subsequente, algo como o costume que temos ao dizer "14H:45" como sendo: “um quarto para as três”.

Ao fazer a introdução de mais um dia no ano, Julio César escolheu o mês de Fevereiro, e dentro deste mês escolheu por “fazer um bis” ou “duplicar” o dia 24, chamando-o de “antediem bis-sextum Calendas Martii”. Daí surgiu o nome bissexto...

Uma das mais fortes tradições relacionadas com o 29 de Fevereiro, vem da Irlanda onde no Séc. V Sta. Brígida queixou-se ao St. Patrick porque as mulheres tinham que esperar demasiado tempo para os homens as pedirem em casamento. Para remediar a situação, St. Patrick resolveu que no dia 29 de Fevereiro os costumes seriam invertidos sendo as mulheres a pedir aos homens em casamento...

Em 1258 aEscócia foi ainda mais longe estabelecendo que qualquer homem que recusasse o pedido de casamento de uma mulher teria que pagar uma multa que poderia variar entre um beijo, um vestido ou umas luvas.

A civilização Maia já no seu tempo, com conhecimentos profundos de astronomia, tinham um calendário composto de 13 luas de 28 dias e um dia extra chamado “dia fora do tempo”.

O Calendário Chinês é lunissolar que significa que se baseia tanto nos ciclos lunares como no sol. É formado por doze luas e cada segundo ou terceiro ano é adicionado um mês bissexto.

O calendário islâmico é lunar, mas não se adiciona o mês bissexto para equilibrar a discrepância com o calendário solar, porque o Alcorão proíbe a existência de um décimo terceiro mês.

in: http://consultoriodeastrologia.blogs.sapo.pt/

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Rússia - Macacos bebem vinho para prevenir Gripe

O Jardim Zoológico da cidade siberiana de Krasnoyarsk (Rússia), passou a incluir vinho na dieta dos macacos.

Os veterinários do zoo acreditam que o vinho, combinado com cebola e alho, ajuda a reduzir o risco de os animais serem infectados pelo vírus H1N1 (gripe suína), "gostam de beber alcool e alguns deles até abusam...", afirmou a responsável.

Não obstante, as macacas que são mães ou que estão grávidas não gozam deste privilégio...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Património em risco

Os ministros da CPLP estiveram reunidos em Lisboa, na nova sede da organização, e em cima da mesa esteve de novo a questão do Acordo Ortográfico que Angola e Moçambique ainda não ratificaram. Peritos dos Estados membros vão continuar a discussão do tema na próxima reunião de Luanda. A Língua Portuguesa é património de todos os povos que a falam e neste ponto estamos todos de acordo. É pertença de angolanos, portugueses, macaenses, goeses ou brasileiros. E nenhum país tem mais direitos ou prerrogativas só porque possui mais falantes ou uma indústria editorial mais pujante.


Uma velha tipografia manual em Goa pode ser tão preciosa para a Língua Portuguesa como a mais importante empresa editorial do Brasil, de Portugal ou de Angola. O importante é que todos respeitem as diferenças e que ninguém ouse impor regras só porque o difícil comércio das palavras assim o exige. Há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios, por mais respeitáveis que sejam, ou às “leis do mercado”. Os afectos não são transaccionáveis. E a língua que veicula esses afectos, muito menos. Provavelmente foi por ter esta consciência que Fernando Pessoa confessou que a sua pátria era a Língua Portuguesa.


Pedro Paixão Franco, José de Fontes Pereira, Silvério Ferreira e outros intelectuais angolenses da última metade do Século XIX também juraram amor eterno à Língua Portuguesa e trataram-na em conformidade com esse sentimento nos seus textos. Os intelectuais que se seguiram, sobretudo os que lançaram o grito “Vamos Descobrir Angola”, deram-lhe uma roupagem belíssima, um ritmo singular, uma dimensão única. Eles promoveram a cultura angolana como ninguém. E o veículo utilizado foi o português. Queremos continuar esse percurso e desejamos que os outros falantes da Língua Portuguesa respeitem as nossas especificidades. Escrevemos à nossa maneira, falamos com o nosso sotaque, desintegramos as regras à medida das nossas vivências, introduzimos no discurso as palavras que bebemos no leite das nossas Línguas Nacionais. Sabemos que somos falantes de uma língua que tem o Latim como matriz. Mas mesmo na origem existiu a via erudita e a via popular. Do “português tabeliónico” aos nossos dias, milhões de seres humanos moldaram a língua em África, na Ásia, nas Américas. Intelectuais de todas as épocas cuidaram dela com o mesmo desvelo que se tratam as preciosidades.


Queremos a Língua Portuguesa que brota da gramática e da sua matriz latina. Os jornalistas da Imprensa conhecem melhor do que ninguém esta realidade: quem fala, não pensa na gramática nem quer saber de regras ou de matrizes. Quem fala quer ser compreendido. Por isso, quando fazemos uma entrevista, por razões éticas mas também técnicas, somos obrigados a fazer a conversão, o câmbio, da linguagem coloquial para a linguagem jornalística escrita. É certo que muitos se esquecem deste aspecto, mas fazem mal. Numa entrevista até é preciso levar aos destinatários particularidades da linguagem gestual do entrevistado.


Ninguém mais do que os jornalistas gostava que a Língua Portuguesa não tivesse acentos ou consoantes mudas. O nosso trabalho ficava muito facilitado se pudéssemos construir a mensagem informativa com base no português falado ou pronunciado. Mas se alguma vez isso acontecer, estamos a destruir essa preciosidade que herdámos inteira e sem mácula. Nestas coisas não pode haver facilidades e muito menos negócios. E também não podemos demagogicamente descer ao nível dos que não dominam correctamente o português.


Neste aspecto, como em tudo na vida, os que sabem mais têm o dever sagrado de passar a sua sabedoria para os que sabem menos. Nunca descer ao seu nível. Porque é batota! Na verdade nunca estarão a esse nível e vão sempre aproveitar-se social e economicamente por saberem mais. O Prémio Nobel da Literatura, Dário Fo, tem um texto fabuloso sobre este tema e que representou com a sua trupe em fábricas, escolas, ruas e praças. O que ele defende é muito simples: o patrão é patrão porque sabe mais palavras do que o operário!


Os falantes da Língua Portuguesa que sabem menos, têm de ser ajudados a saber mais. E quando souberem o suficiente vão escrever correctamente em português. Falar é outra coisa. O português falado em Angola tem características específicas e varia de província para província. Tem uma beleza única e uma riqueza inestimável para os angolanos mas também para todos os falantes. Tal como o português que é falado no Alentejo, em Salvador da Baía ou em Inhambane tem características únicas. Todos devemos preservar essas diferenças e dá-las a conhecer no espaço da CPLP. A escrita é “contaminada” pela linguagem coloquial, mas as regras gramaticais, não. Se o étimo latino impõe uma grafia, não é aceitável que através de um qualquer acordo ela seja simplesmente ignorada. Nada o justifica. Se queremos que o português seja uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes do mais, respeitar a sua matriz e não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras.

In Jornal de Angola

http://jornaldeangola.sapo.ao/19/42/patrimonio_em_risco

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Jornal Cidade de Tomar - Edição 4000 - Parabéns!

Hoje nas Bancas, a edição 4000 do Jornal Cidade de Tomar!
Publicação semanal ininterrupta desde 1935.
4000 semanas a levar aos tomarenses por todo o mundo as notícias de Tomar!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ciclo de conferências sobre o tema: "Emigração no sec XXI"

Serão oradores os melhores especialistas da actualidade.

Promoção: PM&Cia

Acesso gratuito.

Programa:



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PS: Recebido por email