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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

"Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai" - Lançamento hoje no Hospital Júlio de Matos

Novo livro de Fernando Alvim



(clique na imagem para aumentar)

"Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai", tem 164 páginas, uma soberba capa ilustrada por Ana Sofia Gonçalves e no seu interior, as lindas crónicas que ao longo destes últimos dois anos Fernando Alvim foi escrevendo sobre o país que é Portugal, sobre a noite, sobre a sua vida e a dos outros, e sobre o amor que deve ser de todos.

Este livro é o primeiro de uma trilogia, pelo que os outros dois sairão em Fevereiro e em Maio de 2011. O segundo é uma reedição de No dia em que fugimos tu não estavas em casa e o terceiro, Não és tu, sou eu é a continuação, a segunda parte do livro que agora edito, com preciosas ilustrações de Manuel Cruz (Foge Foge Bandido, Ornatos Violeta) e um inquietante prefácio de Manuel João Vieira.

"Não atires pedras a estranhos porque pode ser o teu pai", será a pedrada no charco que o meio literário há tanto pedia. Irá meter Sousa Tavares e Rodrigues dos Santos num chinelo, humilhará O Segredo, fará de Dan Brown um menino ao lado disto. Só não vê isso quem não quer. E eu espero que queiram.

Depois do lançamento no Hospital Júlio de Matos, o livro será apresentado aqui:

Dia 11 de Dezembro - El Corte Inglés - Vila Nova de Gaia - 17h
Dia 14 de Dezembro - FNAC Chiado - Lisboa - 21h
Dia 16 de Dezembro - Bertrand Dolce Vita Coimbra - Coimbra - 17h
Dia 16 de Dezembro - Café Santa Cruz - Coimbra - 19h
Dia 16 de Dezembro - FNAC NorteShopping - Matosinhos - 22h
Dia 18 de Dezembro - Bertrand Almada Forum - Almada - 17h

in http://esperobemquenao.blogspot.com/2010/12/convite-para-o-lancamento-do-livro-nao.html

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Psicóloga francesa defende infidelidade masculina para ajudar o casamento

Uma das mais famosas psicólogas francesas causou polémica ao defender, num livro recém-lançado, que a infidelidade masculina é boa para o casamento.

No livro Les hommes, l’amour, la fidélité ("Os homens, o amor, a fidelidade"), Maryse Vaillant diz que a maioria dos homens precisa de “seu próprio espaço” e que para eles “a infidelidade é quase inevitável”.

Segundo a autora, as mulheres podem ter uma experiência “libertadora” ao aceitarem que “os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais” e que a infidelidade é “essencial para o funcionamento psíquico” de muitos homens que não deixam por isso de amar suas mulheres.

Para Vaillant, divorciada há 20 anos, seu livro tem o objectivo de “resgatar a infidelidade”. Segundo ela, 39% dos homens franceses foram infiéis às mulheres em algum momento de suas vidas.

Fraqueza de carácter

“A maioria dos homens não faz isso por não amar mais suas mulheres, Pelo contrário, eles simplesmente precisam de um espaço próprio”, diz a psicóloga.

“Para esses homens, que são na verdade profundamente monógamos, a infidelidade é quase inevitável”, afirma.

Para Vaillant, os homens que não têm casos extra conjugais podem ter “uma fraqueza de carácter”.

“Eles são normalmente homens cujo pai era fisicamente ou moralmente ausente. Esses homens têm uma visão completamente idealizada da figura do pai e da função paternal. Eles não têm flexibilidade e são prisioneiros de uma imagem idealizada das funções do homem”, afirma ela.