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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

How Much Bush Is There in Obama? (Ou a queda de um anjo...)

O Jornal alemão "Tageszeitung" escreve:

"Barack Obama nunca fez - nem sequer durante sua campanha eleitoral - segredo relativamente ao facto de que a guerra é uma ferramenta política. Contrariamente não teria sido eleito.... Quem na Europa acreditou que a sua declaração não era séria, e que se dirigia apenas para os "pacifistas", agora
só pode culpar-se. A força militar e a grande vontade de a usar, são fundamentais nos Estados Unidos, que não tem guerras no seu território desde meados do Sec. XIX". "Não temos que gostar dele, mas ignorar esta realidade política global... revela grande ingenuidade. Quem via Obama como um príncipe de paz cometeu um erro. É apenas um comandante militar racional. Mas ao menos ele é racional, e honesto -- ao menos pelo que até vimos até agora. Estas características colocam-no à parte do seu predecessor".

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Vendedor de Melancias é o "Obama de Volvogrado"

Joaquim Crima, 37 anos, natural da Guiné-Bissau, passou a ser conhecido por “Obama de Volgogrado” pois decididu candidatar-se a Presidente da junta de freguesia de Srednii Akhtubinsk, no concelho de Volgogrado.

Crima, que terminou a Universidade Pedagógica de Volgogrado, casou-se com uma russa e considera-se russo, exigindo ser tratado por Vassili Ivanovitch (
herói comunista da guerra civil de 1917-1922 na Rússia e personagem principal de um famoso filme soviético homónimo).

Crima dedica-se com êxito à venda de melancias à beira da estrada.

Se for eleito presidente da junta, irá trabalhar como um negro de manhã à noite em prol dos habitantes.
No entanto a candidatura do “Obama de Volgogrado” deve contribuir apenas para a reeleição do actual presidente da junta Vassili Romanov.

Romanov que parece estar a mudar de cor, mas, neste caso, cor política... pois foi durante muitos anos, um “comunista inabalável” e crítico da “política de Vladimir Putin”, tendo abandonado o Partido Comunista, suspeitando-se que vai passar a apoiar a Rússia Unida, força política do actual primeiro-ministro russo...