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quinta-feira, 31 de maio de 2012
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Mundial 2010 - Faltam 100 dias
Faltam 100 dias para o início do Mundial de Futebol, na África do Sul.De acordo com as últimas declarações (e apostas...) de Carlos Queiroz o “grupo” está praticamente definido, faltando apenas verificar a evolução das lesões de Pepe e Bosingwa.
É notório que os jogadores do SLB não entram nas contas do seleccionador nacional.
Assim, e se o SLB se tornar campeão nacional (como eu espero!!), a “Selecção de todos vós/Escrete Lusitano” não terá nenhum representante do Glorioso...A minha aposta (em condições normais, i.e. sem lesões) para o mundial, é a seguinte:

Eduardo - Braga
Hilário - Chelsea
R Patrício - Sporting
R Micael - FC Porto
Tiago - At. Madrid
Deco - Chelsea
J Moutinho - Sporting
P Mendes - Sporting
R Meireles - FC Porto
Liedson - Sporting
H Almeida - W Bremen
B Alves - FC Porto
Pepe - R Madrid
R Carvalho - Chelsea
Rolando - FC Porto
Duda - Málaga
M Veloso - Sporting
Bosingwa - Chelsea
P Ferreira - Chelsea
Simao - At Madrid
Nani - Man Utd
Varela - FC Porto
C Ronaldo - R Madrid
Boa sorte Professor!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Nike - 2010 National Team Kits

Cristiano Ronaldo, Robinho e Ji-Sung Park, vão usar este Verão equipamentos "amigos do ambiente", sendo estes os mais avançados tecnologicamente na história do futebol...
Pela primeira vez várias equipas nacionais, incluindo o Brasil, Portugal e a Holanda, vão usar equipamentos fabricados totalmente a partir de polyester reciclado, cada um produzido a partir de oito garrafas de plástico!
Os novos kits foram apresentados em Londres na "Battersea Power Station".
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Dez coisas que melhoraram em Portugal nos últimos 15 anos
Sob o título em epígrafe, Alexander Ellis, embaixador britânico em Portugal, publicou recentemente a crónica que a seguir se transcreve na íntegra:

"Chegou a época do espírito natalício. Então, deixemos de lado quaisquer miserabilismos e concentremo-nos nas coisas boas - não como escape mas como realidade. Vivi em Portugal há quinze anos. Agora, de volta, quero sugerir dez coisas, entre muitas outras, que melhoraram em Portugal desde a minha primeira estadia. Não incluo aqui coisas que já eram, e ainda são, fantásticas (desde a forma como acolhem os estrangeiros até à pastelaria). Aqui ficam algumas sugestões de melhorias:
- Mortalidade nas estradas; as estatísticas não mentem - o número de pessoas que morre em acidentes rodoviários é muito menor, cerca de 2000 em 1993 e de 776 em 2008. A experiência de conduzir na marginal é agora de prazer, não de terror. O tempo do Fiat Uno a 180km/h colado a nós nas auto-estradas está a passar.
- O vinho; já era bom, mas agora a variedade e a inovação são notáveis, com muito mais oferta e experiências agradáveis. Também se pode dizer a mesma coisa sobre o azeite e outros produtos tradicionais.
- O mar; Lisboa, em 1994, era uma cidade virada de costas para o mar; poucos restaurantes ou bares com vista, e pouca gente no mar. Hoje, vemos esplanadas e surfistas em toda a parte. Muita gente a aproveitar melhor um dos recursos naturais mais importantes do país.
- A zona da Expo; era horrível em 1994, cheia de poluição, com as antigas instalações petrolíferas. Agora é uma zona urbana belíssima, com museus e um Oceanário entre os melhores que há no Mundo.
- A saúde; muitas das minhas colegas têm feito esta sugestão - a qualidade do tratamento é muito melhor hoje em dia, apesar das dificuldades financeiras, etc. A prova está no aumento da esperança de vida, de cerca de 74 em 1993 para 78 anos em 2008.
- Os parques naturais; viajei muito este ano do Gerês a Monserrate ; tudo mais limpo, melhor sinalizado, mais agradável. O pequeno jardim está, de facto, mais bem cuidado.
- O cheiro. Sendo por natureza liberal nos costumes sociais, não fui grande fã da proibição de fumar - mas, confesso, a experiência de estar num bar ou num restaurante em Portugal é hoje mais agradável com a ausência de tabagismo. E a minha roupa cheira menos mal no dia seguinte.
- A inovação; talvez seja fruto da minha ignorância do país em 1994, mas fico de boca aberta quando visito algumas das empresas que estão a investir no Reino Unido ; altíssima tecnologia, quadros dinâmicos e - o mais importante de tudo - não há medo. Acreditam que estão entre os melhores do mundo, e vão ao meu país, entre outros, para prová-lo.
- O metro de Lisboa. É limpo, rápido, acessível e tem estações bonitas.
- As cores; Portugal tem e sempre teve cores naturais bonitas. Mas a minha memória de 1994 era o aspecto visual bastante cinzento das cidades, desde a roupa até aos carros. Hoje há mais alegria - recordo um português que me disse, talvez com tristeza, que o país estava a tornar-se mais tropical. Em termos de imagem, parece-me um elogio!
Esta é a minha lista. E a sua?"
in Expresso

"Chegou a época do espírito natalício. Então, deixemos de lado quaisquer miserabilismos e concentremo-nos nas coisas boas - não como escape mas como realidade. Vivi em Portugal há quinze anos. Agora, de volta, quero sugerir dez coisas, entre muitas outras, que melhoraram em Portugal desde a minha primeira estadia. Não incluo aqui coisas que já eram, e ainda são, fantásticas (desde a forma como acolhem os estrangeiros até à pastelaria). Aqui ficam algumas sugestões de melhorias:
- Mortalidade nas estradas; as estatísticas não mentem - o número de pessoas que morre em acidentes rodoviários é muito menor, cerca de 2000 em 1993 e de 776 em 2008. A experiência de conduzir na marginal é agora de prazer, não de terror. O tempo do Fiat Uno a 180km/h colado a nós nas auto-estradas está a passar.
- O vinho; já era bom, mas agora a variedade e a inovação são notáveis, com muito mais oferta e experiências agradáveis. Também se pode dizer a mesma coisa sobre o azeite e outros produtos tradicionais.
- O mar; Lisboa, em 1994, era uma cidade virada de costas para o mar; poucos restaurantes ou bares com vista, e pouca gente no mar. Hoje, vemos esplanadas e surfistas em toda a parte. Muita gente a aproveitar melhor um dos recursos naturais mais importantes do país.

- A zona da Expo; era horrível em 1994, cheia de poluição, com as antigas instalações petrolíferas. Agora é uma zona urbana belíssima, com museus e um Oceanário entre os melhores que há no Mundo.
- A saúde; muitas das minhas colegas têm feito esta sugestão - a qualidade do tratamento é muito melhor hoje em dia, apesar das dificuldades financeiras, etc. A prova está no aumento da esperança de vida, de cerca de 74 em 1993 para 78 anos em 2008.
- Os parques naturais; viajei muito este ano do Gerês a Monserrate ; tudo mais limpo, melhor sinalizado, mais agradável. O pequeno jardim está, de facto, mais bem cuidado.
- O cheiro. Sendo por natureza liberal nos costumes sociais, não fui grande fã da proibição de fumar - mas, confesso, a experiência de estar num bar ou num restaurante em Portugal é hoje mais agradável com a ausência de tabagismo. E a minha roupa cheira menos mal no dia seguinte.
- A inovação; talvez seja fruto da minha ignorância do país em 1994, mas fico de boca aberta quando visito algumas das empresas que estão a investir no Reino Unido ; altíssima tecnologia, quadros dinâmicos e - o mais importante de tudo - não há medo. Acreditam que estão entre os melhores do mundo, e vão ao meu país, entre outros, para prová-lo.
- O metro de Lisboa. É limpo, rápido, acessível e tem estações bonitas.
- As cores; Portugal tem e sempre teve cores naturais bonitas. Mas a minha memória de 1994 era o aspecto visual bastante cinzento das cidades, desde a roupa até aos carros. Hoje há mais alegria - recordo um português que me disse, talvez com tristeza, que o país estava a tornar-se mais tropical. Em termos de imagem, parece-me um elogio!
Esta é a minha lista. E a sua?"
in Expresso
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Dia da Restauração da Independência
Assinala-se hoje, em Portugal, o Dia da Restauração da Independência - nome que designa a revolta ocorrida a 1 de Dezembro de 1640.“No início do reinado de Filipe III, ao estabelecer-se em Madrid a política centralista do Conde-duque de Olivares, o seu projecto visava a anulação da autonomia portuguesa, absorvendo por completo o reino de Portugal. Na instrução sobre o governo de Espanha, que o Conde-Duque de Olivares apresentou ao rei Filipe IV, em 1625, tratava-se do planeamento e da execução da fase final da sua absorção, indicando três caminhos:
1º - Realizar uma cuidadosa política de casamentos, para confundir e unificar os vassalos de Portugal e de Espanha;
2º - Ir o rei Filipe IV fazer corte temporária em Lisboa;
3º - Abandonar definitivamente a letra e o espírito dos capítulos das Cortes de Tomar (1581), que colocava na dependência do Governo autónomo de Portugal os portugueses admitidos nos cargos militares e administrativos do Reino e do Ultramar (Oriente, África e Brasil), passando estes a ser Vice-reis, Embaixadores e oficiais palatinos de Espanha. [...]
A reacção à política fiscal de Filipe IV vai tomar a dianteira no processo que conduz à Restauração de 1640. Logo em 1628, surge no Porto o "Motim das Maçarocas", contra o imposto do linho fiado. Mas vão ser as "Alterações de Évora", em Agosto de 1637, a abrir definitivamente o caminho à Revolução. [...]
Em 7 de Junho de 1640 surgia também a revolta na Catalunha contra o centralismo do Conde-Duque de Olivares. O próprio Filipe IV manda apresentar-se em Madrid o duque de Bragança, para o acompanhar à Catalunha e cooperar no movimento de repressão a que ia proceder. O duque de Bragança recusou-se a obedecer a Filipe IV. Muitos nobres portugueses receberam semelhante convocatória, recusando-se também a obedecer a Madrid.
Sob o poder de Filipe III, o desrespeito pelo juramento de Tomar (1581) tinha-se tornado insuportável: nomeados nobres espanhóis para lugares de chefia militar em Portugal; feito o arrolamento militar para guerra da Catalunha; lançados novos impostos sem a autorização das Cortes. Isto enquanto a população empobrecia; os burgueses estavam afectados nos seus interesses comerciais; e o Império Português era ameaçado por ingleses e holandeses perante a impotência ou desinteresse da coroa filipina.
Portugal achava-se envolvido nas controvérsias europeias que a coroa filipina estava a atravessar, com muitos riscos para a manutenção dos territórios coloniais, com grandes perdas para os ingleses e, principalmente, para os holandeses em África (São Jorge da Mina, 1637), no Oriente (Ormuz, em 1622 e o Japão, em 1639) e fundamentalmente no Brasil (Salvador, Bahia, em 1624; Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Sergipe desde 1630).
Em 12 de Outubro, em casa de D. Antão de Almada, reuniram-se D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo e seu irmão Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro. Decidiu-se então ir chamar o Duque de Bragança a Vila Viçosa para que este assumisse o seu dever de defesa da autonomia portuguesa, assumindo o Ceptro e a Coroa de Portugal.
No dia 1 de Dezembro de 1640, eclodiu por fim em Lisboa a revolta, imediatamente apoiada por muitas comunidades urbanas e concelhos rurais de todo o país, levando à instauração da Casa de Bragança no trono de Portugal.
Finalmente, um sentimento profundo de autonomia estava a crescer e foi consumado na revolta de 1640, na qual um grupo de conspiradores da nobreza aclamou o duque de Bragança como Rei de Portugal, com o título de D. João IV (1640-1656), dando início à quarta Dinastia – Dinastia de Bragança.
O esforço nacional foi mantido durante vinte e oito anos, com o qual foi possível suster as sucessivas tentativas de invasão dos exércitos de Filipe III e vencê-los nas mais importantes batalhas, assinando o tratado de paz definitivo em 1668. Esses anos foram bem sucedidos devido à conjugação de diversas vertentes como a coincidência das revoltas na Catalunha, os esforços diplomáticos da Inglaterra, França, Holanda e Roma, a reorganização do exército português, a reconstrução de fortalezas e a consolidação política e administrativa.
Paralelamente, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, como também de Angola e de São Tomé e Príncipe (1641-1654), restabelecendo o poder atlântico português. No entanto, as perdas no Oriente tornara\m-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a só obter lucro com a cana-de-açúcar do Brasil.” http://pt.wikipedia.org
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
The World Cup of Hot Chicks
O site http://bleacherreport.com elaborou o "Ranking the Women From Each Qualifying Country", relativo aos 32 apurados para o Campeonato do Mundo de Futebol, que irá decorrer na África do Sul em 2010.Helena Coelho foi a portuguesa escolhida.
Confira a lista em:
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Portugal e Espanha rumo ao Mundial 2018
domingo, 6 de setembro de 2009
Dinamarca - Portugal
Ah e tal tivemos azar e um penalty e tal, e rematámos 36 vezes à baliza e tal...
Mas será impressão minha, ou os 11 que acabaram ontem jogo, deviam ter entrado de início?
Começar um jogo de apuramento (em que claramente tínhamos de ganhar), em 4x1x3+2x0, ou seja 4 defesas, um médio defensivo, três médios, dois alas e nenhum avançado?!
Pois só podem jogar 11...
Não está em questão a integridade, profissionalismo, etc., do Prof. Queiroz, mas já sabíamos que com ele dificilmente conseguiríamos ser apurados sem a calculadora, não é Dr. Madaíl?!
PS: Se calhar não vi bem o jogo... estava em Almeirim a comer uma "Sopa da Pedra"...
Mas será impressão minha, ou os 11 que acabaram ontem jogo, deviam ter entrado de início?
Começar um jogo de apuramento (em que claramente tínhamos de ganhar), em 4x1x3+2x0, ou seja 4 defesas, um médio defensivo, três médios, dois alas e nenhum avançado?!
Pois só podem jogar 11...
Não está em questão a integridade, profissionalismo, etc., do Prof. Queiroz, mas já sabíamos que com ele dificilmente conseguiríamos ser apurados sem a calculadora, não é Dr. Madaíl?!
PS: Se calhar não vi bem o jogo... estava em Almeirim a comer uma "Sopa da Pedra"...
sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
1913 - Associação de Football de Lisboa
No dia 10 de Julho de 1913 chegou ao Rio de Janeiro o paquete ‘Drina’ com uma selecção portuguesa, organizada pela "Associação de Football de Lisboa" para uma digressão promovida pelo Botafogo Football Club.Chefiados pelo Dr. Alfredo Duarte Rodrigues, os portugueses ficaram alojados no Hotel Avenida e “os botafoguenses dispensaram-lhes as maiores homenagens, promovendo um programa de passeios e festas, até então nunca visto em nosso meio esportivo” (Castro, 1951: 82).
A Selecção portuguesa disputou quatro jogos em General Severiano com muito sucesso e estádio cheio e no dia 20 de Julho, defrontaram o Botafogo num jogo que contou com a presença do Presidente da República, Marechal Hermes e os Ministros de Estado e o então Embaixador de Portugal, Dr. Bernardino Machado.
O jogo foi muito disputado e os portugueses ganharam por 1-0, com golo de Pereira. As equipas alinharam assim:
Botafogo: Álvaro; Dutra e Edgar Pullen; Rolando, Lulu e Couto; Figueira, Menezes, Facchine, Mimi e Lauro.
Portugueses: Bastos; Costa e Figueiredo; Boaventura, Damião e Fernandes; A. Stromp, Pereira, Vieira, S. Stromp e Bentes.
A Selecção portuguesa jogou ainda mais três jogos em São Paulo e partiu para Lisboa no dia 1 de Agosto, “deixando entre nós o seu valoroso centro-avante Luiz Vieira, que aqui fixando residência, passou a defender as nossas cores” (Castro, 1950: 83).
Vieira estreou em General Severiano no dia 31 de Agosto contra o Fluminense pelo campeonato carioca, tendo Mimi Sodré feito os três gols da vitória por 3-0 sobre os trícolores.
Na estreia de Vieira o Botafogo alinhou com Pullen, Vilaça e Dutra; César, Rolando e Couto; Figueira, Menezes, Vieira, Mimi e Lauro.
Post Scriptum: Nessa época eram os nossos jogadores que emigravam para o Brasil...
Fontes:
Foto: Convite digitalizado por gentileza de Claudio Falcão
Acervo de Rui Moura
Alceu Mendes de Oliveira Castro (1951): O Futebol no Botafogo (1904-1950), Rio de Janeiro, Gráfica Milone.
http://mundobotafogo.blogspot.com/
terça-feira, 7 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
Ainda os Cornos... do Pinho...

Quando posso, sou português sem dizer nada a ninguém.
Só tenho pena é de já não beber.
Quando bebia, era mais fácil indignar-me depressa e sem consequências.
Quando bebia, também andava por aí a fazer corninhos com os dedos.
Quando bebia, também amava muito a Pátria, mesmo com o Scolari.
Agora, dou-me a Préverts e a Eliades.
Percebo a necessidade de Deus em Graham Greene.
E vou à minha vida em português, certo de ter filhas lindas e portuguesas, mas lindas.
E um dia vamos todos ter duas datas a seguir ao nome e nenhuns cornos, finalmente.
Podemos encontrar 3 tipos de cornos ou estruturas semelhantes em mamíferos:
1 - cornos verdadeiros: nos ruminantes (ex.: bois vacas e carneiros), são ocos com epiderme queratinizada que reveste uma projecção óssea do crânio. São permanentes, não-ramificados, podem ser curvados, crescem continuamente e ocorrem em ambos os sexos.
2 - galhadas: em veados e cervos. Ramificados e quando maduros são compostos de ossos sólidos. Os chifres caem após a estação reprodutiva.
3 - chifres: conjunto de papilas dérmicas cimentadas que formam um filamento queratinizado em forma de pêlo e não tem ligação com o crânio.
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